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Depois de meses de desenvolvimento com dados reais de redações, lançamos o atalay.ia: um copiloto editorial que entende o manual, a voz e os dados do seu domínio.
Ler artigo →Enquanto a Neuralink avançou com implantes para mover o cursor com a mente, rivais e estudos recentes reforçam que restaurar a fala pode ser o caminho mais promissor.
Plataforma mostrou mercados de aposta ao lado de veículos jornalísticos e depois disse que tudo foi um erro.
Projeto em Illinois limita a responsabilização de empresas de IA em casos de danos catastróficos e reacende debate sobre segurança e impunidade.
Estudo da Oumi para o NYT testou 4.326 buscas e revelou que os resumos de IA do Google erram quase 1 em cada 10 respostas — milhões de erros por hora na escala da plataforma.
Pesquisa de Stanford mostra que chatbots como ChatGPT, Claude e Gemini validam mais comportamentos errados e podem distorcer o julgamento de quem busca conselho.
Automação, personalização e checagem ganham espaço nas redações, enquanto ética, confiança e autoria viram o centro do debate.
Mesmo após captar US$ 122 bilhões, dona do ChatGPT enfrenta polêmicas, cancelamentos e mais cobrança por resultados.
Novo modelo da Anthropic ficará restrito a Apple, Microsoft, Google e outras parceiras para identificar falhas graves antes de um lançamento mais amplo.
Erro de empacotamento expôs mais de 500 mil linhas do Claude Code, revelou funções internas e ampliou a pressão sobre a Anthropic.
Jornal encerrou parceria com Alex Preston após uso de IA gerar semelhanças com crítica publicada pelo The Guardian.
Mais do que um arquivo em Markdown, marcas precisam de uma estrutura com dados, relações, APIs e proveniência para alimentar agentes de IA.
Termo de nicho explodiu nas buscas após reportagem sobre Bryon Noem, marido da ex-chefe de Segurança Interna dos EUA.
Erro em atualização do Claude Code expôs mais de 500 mil linhas de código e ampliou a pressão sobre a Anthropic.
O framework E-E-A-T se tornou o divisor de águas entre conteúdo que ranqueia e conteúdo que desaparece. Para redações, entender cada pilar deixou de ser opcional.
YMYL é o crivo mais rigoroso do Google. Entender como ele funciona não é opcional para quem depende de tráfego orgânico.
O Google lançou, pela primeira vez, uma atualização de algoritmo exclusiva para o Discover. O rollout durou 21 dias e redesenhou as regras do jogo.
Em menos de 20 horas, o Google reconfigurou as regras. O Spam Update varreu conteúdo de baixa qualidade e a reescrita de títulos por IA ameaça o controle editorial.
Portais de notícia no Brasil perderam até 30% do tráfego orgânico nos últimos dois anos. Os dados mostram que a queda não é inevitável.
Uma análise revelou que 9% dos artigos de grandes jornais já contêm conteúdo gerado por IA. O caso do NYT expõe o dilema central.
A maior barreira para adoção de IA em redações não é tecnológica — é cultural. Um guia prático para gestores.
O debate sobre IA nas redações está polarizado. Os dados mostram um caminho do meio: IA que analisa, não IA que escreve.
O Discover se tornou a principal fonte de tráfego para portais de notícia no Brasil. Entenda como o algoritmo funciona.
A maioria das ferramentas de IA trata jornalismo como qualquer outro texto. Explicamos por que isso falha e como IA contextual resolve o problema.
Por que começamos com mais de um ano de dados reais antes de ligar qualquer modelo. A abordagem que muda tudo na inteligência editorial.
Como capturamos o perfil de escrita de cada jornalista em três camadas — preferências, análise e validação — para gerar sugestões que soam como ele.
Analisamos dados de milhares de artigos para mostrar como imagem, título e timing afetam Discover e Busca de formas opostas.
Por que o atalay.ia nunca sugere algo que viole as regras da sua redação — e como o manual se torna o guardião de qualidade.